AGOSTO, 2, 2017. VELHA MEMÓRIA. 1. Medo, sinto, tanto medo; me arrasto por crises existenciais gritantes, simbólicas e transformativas, deste âmbito solitário revejo conceitos, elaboro alguns e noto a forma obsoleta desta solidão; submisso a princípios ilógicos, todos derivantes de carências insuportáveis. Subo alguns degraus, arranhando paredes com unhas apodrecidas, mordiscando os dentes velhacos, amarelados …