Uma ponte do delírio ao novo ser.

04. SETEMBRO, 2016. Não nasce em si um deleite maior que esta solidão corrosiva, entre tantos dilemas que são sequentes, esta consequência é pura mesquinhez egoísta. Fere um corpo próprio, ao sabor de uma discórdia unilateral, sem qualquer pretexto realmente exterior. Deste princípio um rosto risonho se forma nas sombras e estar em qualquer lugar, …

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