ERA VIDA. 20, AGOSTO, 2024. Era vida. Hoje medo. Somente a indubitável razão, forma permanente; desgaste. Todo emaranhado supersticioso afunda em princípios básicos, da raiz amaldiçoada resta continuar. Suas vozes entrecortadas fundem-se, germinam variações tempestuosas noites insones, são idênticas fraquezas. Era vida. Hoje é tarde. Resquícios autênticos, tentativas magistrais decadentes; todo arremessar e ir acertar …
Mês: agosto 2024
34.
10, AGOSTO, 2024. 34. 1; Ser e o nada. Nada está posto ou submerso, sequer existe vida. Lapsos ruidosos açoitam a pele exposta, mordiscam, mancham e rasgam enfim subtraem toda essência possível. Não houve mérito ou conquista, lamenta suplicante asco, tão amedrontado entre saltos ligeiros esconde-se novamente. Luzes turvas inundam recintos opacos, frestas intencionais para …
TRÉGUA.
04, AGOSTO, 2024. TRÉGUA. Juca está só. Não lhe é novidade. A mesmice e os mesmos estados. Lembra amargamente, arrasta o corpo esguio pela cerâmica fria empoeirada, seus olhos sofisticando aquele horizonte malogrado. Há brilhos sinuosos nas migalhas de poeira, nos raios atravessando frestas. O sol germina um erguer-se involuntário, é homem igual a qualquer, …