EU E O NADA.

EU E O NADA. 19, agosto, 2025. A sós, sinto a traqueia comprimida. Meus sentidos elaboram constantes negativas furtivas insaciáveis; predominam constantes mórbidas, labirintos intransponíveis; há tanto lamento nas investigações, nas buscas por clemência, piso ameno caminho tranquilo. Todos os escapes são tétricos, retornos fustigantes ao dia infernal atordoado pela sequência d’ondas virulentas, projetando minha …

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