Outro café.

JUNHO, 30, 2016. Mais um café sem objetivo algum, outro remorso num terremoto de ideais esquecidos. O ambiente ainda tem um cheiro apodrecido pelas memórias antigas, dos mortos de outrora. Revigora-se por este contexto unicamente egoísta, de ainda bater o coração, na locomoção sem direção alguma. O princípio de sobrevivência lhe falta, sempre faltou. Ainda …

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Abstrato afeto de um olhar qualquer.

ABRIL, 19, 2016. Vi o teu rosto algumas vezes rápidas, e fui sugado para um tempo atípico, inovador e geométrico, fizeram de mim um círculo meio caricato. Pude assistir quadrados, retângulos e todo o resto, caminhando de forma desengonçada, como se fossem girados por mãos, vi de soslaio umas linhas quase invisíveis dando movimento a …

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