13, JUNHO, 2021. ELA. As horas passavam devagar, cada centímetro breve do cigarro a escorregar nas partículas, na fumaça. Observava teu sorriso fazer e se desfazer de forma obsessiva, conduzia minhas ideias de forma caótica, sem justificar-me ou sequer dar tempo de perceber, que ali estaria o último estado não apático de nós. Repagino as …
Tag: poesia
CIÚME/ VAGOS (5)/ VAGOS (4)/ VAGOS (3)/ VAGOS (2).
19, MARÇO, 2020. CIÚME (?) VAGOS (6) A sensação estica-se até a ponta dos dedos, a vileza de pensamentos aberrantes conduzem o corpo a proposições deletérias, degradantes; a suposição alastra-se pelos cômodos, o corredor é um abismo, uma queda; as horas vão aprofundando mágoas recentes, nostalgias torpes e o olhar esbugalha e enrijece somente agonia. …
Continue lendo CIÚME/ VAGOS (5)/ VAGOS (4)/ VAGOS (3)/ VAGOS (2).
Copos.
SETEMBRO, 04, 2014. Sentado na pedra, o copo cheio, cheio de tristeza. Admirando a capacidade do sol queimar, de brilhar. Não é demais pra este, que sentado, agora grita. Simplesmente libera o pavor que caminha em suas veias. Bebe mais um pouco, e agora canta, a canção do medo. O copo vai-se, e com ele …