11, julho, 2017 Silêncio. Silêncio. Quantas lástimas passarei eu até perceber nas migalhas que escaparam da razão; numa confusão imunda de variáveis intangíveis, incessantes, declinantes! Vociferando o ridículo em bares corruptíveis, nas marolas delicadas e ondinhas golpeando inutilmente as beiras de rios! De desculpas esfarrapadas aos existentes, mesclando em um certo tipo de calculo interno; …
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SOBERANIA NUM CONTEXTO SOLITÁRIO/RASGARIA/QUEDA REAL.
5, MAIO, 2016. SOBERANIA NUM CONTEXTO SOLIÁRIO. Vi o teu rosto desenhado nas partículas mínimas do oxigênio, gemi num suspiro breve, os lábios golpeando uns aos outros num desperdício, as lágrimas ovulando trevas num consciente entorpecido pela tua destreza em latejar o peito, Saia deste canto, a voz repete num ouvido semimorto, saia daí antes …
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INQUIETO(3)(4)(5)(6)
23, ABRIL, 2021. SOU PÍFIO. INQUIETO (3) Existe esta forma minha que é ridícula em suas comparações ordinárias, vive atribuindo a si uma falta contínua de ser, movimento, o outro é sempre maior nas conquistas e em trejeito, forma prática. Existe este ego que devasta o próprio âmago, manchando o pretérito, presente e futuro de …
CIÚME/ VAGOS (5)/ VAGOS (4)/ VAGOS (3)/ VAGOS (2).
19, MARÇO, 2020. CIÚME (?) VAGOS (6) A sensação estica-se até a ponta dos dedos, a vileza de pensamentos aberrantes conduzem o corpo a proposições deletérias, degradantes; a suposição alastra-se pelos cômodos, o corredor é um abismo, uma queda; as horas vão aprofundando mágoas recentes, nostalgias torpes e o olhar esbugalha e enrijece somente agonia. …
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Copos.
SETEMBRO, 04, 2014. Sentado na pedra, o copo cheio, cheio de tristeza. Admirando a capacidade do sol queimar, de brilhar. Não é demais pra este, que sentado, agora grita. Simplesmente libera o pavor que caminha em suas veias. Bebe mais um pouco, e agora canta, a canção do medo. O copo vai-se, e com ele …