ELO QUEBRADO.

JULHO, 05, 2017. Viscoso, algo viscoso caiu sobre minha cabeça; toquei-o como se fosse algo asqueroso, senti-o devagar atravessar a pele dos dedos, um alfinete mesquinho, impiedoso. Rapidamente estava passeando por dentro da pele, esquivando-se de tendões, veias; surpreendeu a ausência de vileza, na forma insólita que possuía, achei, diante dos olhos que logo estaria …

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Outro café.

JUNHO, 30, 2016. Mais um café sem objetivo algum, outro remorso num terremoto de ideais esquecidos. O ambiente ainda tem um cheiro apodrecido pelas memórias antigas, dos mortos de outrora. Revigora-se por este contexto unicamente egoísta, de ainda bater o coração, na locomoção sem direção alguma. O princípio de sobrevivência lhe falta, sempre faltou. Ainda …

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Abstrato afeto de um olhar qualquer.

ABRIL, 19, 2016. Vi o teu rosto algumas vezes rápidas, e fui sugado para um tempo atípico, inovador e geométrico, fizeram de mim um círculo meio caricato. Pude assistir quadrados, retângulos e todo o resto, caminhando de forma desengonçada, como se fossem girados por mãos, vi de soslaio umas linhas quase invisíveis dando movimento a …

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