16, JULHO, 2022. SOBRE O NADA (2) Veja-me, por favor, veja-me. Sou relapso, caído. Detesto repetir, mas cá volto ao teu colo áspero, amargo. Veja-me, tira daqui isto, rouba, rasga. Rompa as ligações dos músculos, arranca os membros; quero sentir o que é etéreo, se isto é só linguagem. Veja-me, olha para dentro do meu …