??./REFLEXO DO INVERSO DIÁRIO./ÓDIO./EXPRIMIR./VAGOS(7)./NADA DE NOVO.

??. 18, JUNHO, 2014. Por que não. Sim, sim, por que não. Ah, mas eu não quero. Por que não, sim, sim, por que não. Não, amigo, é, não, por que não. Sim, mas eu não quero. Não, eu não vou. Por que? Por que não quero, ué. Eu estou bem. Não, não quero. Não, …

Continue lendo ??./REFLEXO DO INVERSO DIÁRIO./ÓDIO./EXPRIMIR./VAGOS(7)./NADA DE NOVO.

SOBRE O AFETO(2)./CURSO./NOSTALGIA.

05, MAIO, 2022. SOBRE O AFETO(2) Esta razão de permanência, precisa escapar do dia, do atual; preciso reconhecer-me para além deste ato recente, disto que esvanece completamente no amanhecer. Nesta forma específica, habita meu desespero em esperar o amanhã para lhe ter, ver, sentir; toda espera é agonia, pelo sistema vigente de dissipações contínuas, diárias. …

Continue lendo SOBRE O AFETO(2)./CURSO./NOSTALGIA.

Mergulho pífio em espelho qualquer./amargura/abuso/silêncio.

????, ????, 2018. Mergulho pífio em espelho qualquer.1Observo-me aflito em uma expectativa injustificávelSuponho uma dezena de suplícios, para entorpecer meu rosto;Rangendo os dentes pro reflexo cadavérico no espelho Detestando o eco depreciativo na bala perdidaAlveja um qualquer, que antes de cair de face na podridão da calçadaCuspia em escárnio, o preço amargo do cigarro; 2Sentinelas …

Continue lendo Mergulho pífio em espelho qualquer./amargura/abuso/silêncio.

INVESTIGAÇÕES SINTÉTICAS (2).

01, MAIO, 2022.   INVESTIGAÇÕES SINTÉTICAS (2). Suspira o alívio desta semelhança rasgada pelo ódio. Suspira a tranquilidade química destas injeções, entre sussurros induzidos, a expectativa silenciosa do acontecer que se aproxima. Acomete-se pelo óbvio, desta repetição, na inquietude mórbida de assemelhar-se e aproximar do afeto. O medo arrastou-o pelos pisos, corredores, entre luzes amareladas. Rostos …

Continue lendo INVESTIGAÇÕES SINTÉTICAS (2).

DEDOS.

23, ABRIL, 2022. DEDOS. Todas estas vozes sórdidas lapidam algo que justifica meu existir atual, tentáculos ruidosos arrastando-se pela cerâmica empoeirada dos dias que decidi abandonar; dos desejos inescrupulosos mantidos nas caixas minúsculas e formidáveis. Algo gesticulava nas sombras do abajur na varanda, um tipo de vento mordendo as grades que evitavam meu salto. Trazia …

Continue lendo DEDOS.

INVESTIGAÇÕES SINTÉTICAS./FRAGMENTO DE UM OLHO FECHADO.

19, ABRIL, 2022. INVESTIGAÇÕES SINTÉTICAS.  Exibições rotineiras sempre tatearam meus olhos como vertigens. Premissas destes ao redor como labirintos líquidos, inescapáveis; meu corpo sente em cada detalhe introduzido um deslocamento escorregadio, desesperado. Ouço e observo o mundo nesta nitidez induzida, tentacular, transeunte algum toma forma de passagem; a memória faz de tudo um vislumbre maldito. …

Continue lendo INVESTIGAÇÕES SINTÉTICAS./FRAGMENTO DE UM OLHO FECHADO.

EGO(2) DESCULPA.

01, MARÇO, 2022. EGO(2) DESCULPA. O ser imobilizado, a estática imagem dos prognósticos roendo lentamente músculos expostos; a inexprimível inquietação conduzindo cansaços insones, letargias mórbidas. Despertar em novas esquinas, assustado por transeuntes. Sentir arder a pele, sombras formadas pelos intervalos do silêncio induzido, estapeando-se para esquivar torpezas introspectivas; revirando os olhos pela expectativa involuntária de …

Continue lendo EGO(2) DESCULPA.

EGO./FASES IGUAIS./CARTA ABERTA AO ATO DE DECIDIR./

26, FEVEREIRO, 2022. EGO(1). Escancara-se, o retorno a mim; destes meses, conduzindo e lidando com monstros insólitos tomando formas nas sombras das pertubadas penumbras induzidas. Calculando, sentindo premissas cósmicas entre diabretes mórbidos erguidos nos pretéritos cintilantes que dentro de si nas misérias dos espíritos, forjavam um afeto fictício e mastigaram minha carne exposta. Vivi submerso …

Continue lendo EGO./FASES IGUAIS./CARTA ABERTA AO ATO DE DECIDIR./