15, MAIO, 2026. JUCA E O TEMPO INFANTE. Juca acendia o penúltimo cigarro. Lentamente dissolvia, cada trago afastava uma ruína minúscula, sentia culpa, desejo, raiva, rancor, e a chaga escaldante de estar vivo. Seus olhos claros umedeciam, as nuvens passavam devagar. Tremia pelo fato simples da decisão introspectiva, culpa pelo fato mórbido do deleite entre …